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	<title>Gabriela Steigleder- Comunicação Digital 2008 &#187; Sem-categoria</title>
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	<description>Conteúdo relacionado do curso de Comunicação Digital - Unisinos</description>
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		<title>Gabriela Steigleder- Comunicação Digital 2008 &#187; Sem-categoria</title>
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		<title>Quem pensa a Web, faz a Web</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 20:17:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Steigleder</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em dúvida do que fazer no vestibular? A graduação tradicional já não é o suficiente para suas ideias?
Comunicação Digital é um curso de graduação da Unisinos totalmente voltado para Internet e para formar um profissional que pensa e faz a Web.
A internet é indiscutivelmente a mídia que mais cresce, a mídia que atinge vários âmbitos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielasteigleder.wordpress.com&blog=2979442&post=133&subd=gabrielasteigleder&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Em dúvida do que fazer no vestibular? A graduação tradicional já não é o suficiente para suas ideias?<br />
Comunicação Digital é um curso de graduação da Unisinos totalmente voltado para Internet e para formar um profissional que pensa e faz a Web.</p>
<div id="attachment_135" class="wp-caption aligncenter" style="width: 465px"><img class="size-full wp-image-135 " title="hotsite_curso" src="http://gabrielasteigleder.files.wordpress.com/2009/11/hotsite_curso1.jpg?w=455&#038;h=390" alt="hotsite_curso" width="455" height="390" /><p class="wp-caption-text">http://quempensaawebfazaweb.com.br/index.php</p></div>
<p>A internet é indiscutivelmente a mídia que mais cresce, a mídia que atinge vários âmbitos de nossas vidas: social, profissional, pessoal. Então, o melhor para trabalhar com esse meio é justamente alguém que tenha o digital por formação.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>“Brasileiro não sabe falar português/ Só em Portugal se fala bem português”</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 13:03:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Steigleder</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Bagno]]></category>
		<category><![CDATA[Preconceito Lingüístico]]></category>

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		<description><![CDATA[Carlos Bagno, escritor e lingüista, coloca posicionamentos críticos em relação a esse mito em seu livro &#8220;Preconceito Lingüístico&#8221; (1999). Diz que esta é uma opinião bastante difundida entre os portugueses e até mesmo entre a população brasileira que, em sua maioria, possui um complexo de inferioridade pela colonização de Portugal por tantos anos e hoje, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielasteigleder.wordpress.com&blog=2979442&post=119&subd=gabrielasteigleder&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Carlos Bagno, escritor e lingüista, coloca posicionamentos críticos em relação a esse mito em seu livro &#8220;Preconceito Lingüístico&#8221; (1999). Diz que esta é uma opinião bastante difundida entre os portugueses e até mesmo entre a população brasileira que, em sua maioria, possui um complexo de inferioridade pela colonização de Portugal por tantos anos e hoje, continuar como um país subdesenvolvido.</p>
<p>Esta cultura está viciada a não valorizar o próprio país, ao contrário de outros exemplos em que o patriotismo faz parte da criação do povo. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas o que, nós como povo, fazemos é somente maximizar os negativos, esquecendo que o Brasil tem também questões fortes a serem destacas com orgulho.</p>
<p>Ao longo de seu discurso, o autor critica vários autores renomados, que em oposição a ele, aderem a estas posturas preconceituosas à língua falada no Brasil. Argumenta que é mais fácil taxar os brasileiros como um povo que não sabe falar a sua própria língua, do que realmente analisar os fatos que distanciam a língua mãe da língua realmente falada no país.</p>
<p>A compreensão entre ambos os países se dá, em nível maior, através da escrita, pois partimos da mesma gramática, apesar de apresentar preferências lingüísticas próprias. É possível identificar claramente as peculiaridades em que se expressam verbalmente os dois países.  Quando se aproximam, geralmente é pelo uso de adultos escolarizados que dominam a gramática da língua culta ou em situações formais.</p>
<p>Monteiro Lobato, em 1934 já dizia: &#8220;Uma língua não pára nunca. Evolui sempre, isto é, muda sempre. Há certos gramáticos que querem fazer a língua parar num certo ponto, e acham que é erro dizermos de modo diferente do que diziam os clássicos.&#8221;</p>
<p>O que se observa é que há uma relutância em admitir que no Brasil exista uma variação do português, chamado em muitos lugares de português brasileiro. Como prova, temos o &#8220;Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa&#8221;, que propõe uma escrita única para todos, além de facilitar a definição de critérios para exames e certificados para estrangeiros.</p>
<p>Entretanto, a língua portuguesa não ficará padronizada em sua totalidade, pois serão conservadas as pronúncias típicas de cada país, questão que mais os diferencia. A unificação das línguas tornaria a interação entre os países maior e mais prática, porém Brasil e Portugal estão muito distantes culturalmente, além de seus vocabulários serem distintos, impossibilitando uma unificação completa.</p>
<p>Como ressalta Bagno: &#8220;O brasileiro sabe o <em>seu</em> português, o português do <em>Brasil</em>, que é a língua materna de todos os que nasceram e vivem aqui, enquanto os portugueses sabem o português <em>deles</em>.&#8221; Os países devem sim se unir e trabalhar em conjunto por questões históricas, porém está claro que tomaram rumos diferentes e características próprias que se refletem na linguagem e que devem ser mantidas.</p>
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		<title>Google Android: o celular da Google</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 12:58:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Steigleder</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Relembrando uma apresentação feita para a cadeira de Elementos de T.I, juntamente com os colegas Daniel Bohn e Gisele Hammerschmitt.

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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Relembrando uma apresentação feita para a cadeira de Elementos de T.I, juntamente com os colegas <a href="http://danielbohn.wordpress.com/" target="_blank">Daniel Bohn</a> e<a href="http://gihammer.wordpress.com/" target="_blank"> Gisele Hammerschmitt</a>.</p>
<p><object type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' data='http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?id=648354&#038;doc=android-daniel-bohn-gabriela-steigleder-gisele-hammerschmit-1223610175017480-8' width='425' height='348'><param name='movie' value='http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?id=648354&#038;doc=android-daniel-bohn-gabriela-steigleder-gisele-hammerschmit-1223610175017480-8' /><param name='allowFullScreen' value='true' /><param name='allowScriptAccess' value='always' /></object></p>
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	</item>
		<item>
		<title>O e-mail não é um telégrafo: NTIC e aprendizagens sociais</title>
		<link>http://gabrielasteigleder.wordpress.com/2008/12/30/o-e-mail-nao-e-um-telegrafo-ntic-e-aprendizagens-sociais/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 12:31:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Steigleder</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>
		<category><![CDATA[teoria da comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[alberto efendy maldonado]]></category>
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		<description><![CDATA[Comunicação é plural, não somente receptor e emissor. É multimodal. Todo receptor reage à mensagem, vive a inter-relação. A mensagem se transforma no caminho que percorre. Estamos constantemente em comunicação, mesmo que o receptor não seja alguém humano.
O estudo da comunicação deixa de ser somente exato, como no caso da matemática e passa a deslocar-se para o campo das Ciências Sociais, apoiado na reunião de diversas áreas do saber - antropologia, matemática, sociologia, lingüística, psiquiatria e outros. Existiu um modelo de pensamento delimitador que fracassou, pois a ciência foi estruturada, o conhecimento tornou-se disciplinar, individualizando por matérias. Esta idéia posteriormente fracassa, percebe-se que não é possível totalização. Sistemas necessitam de mistura para não serem extremamente limitados, é fundamental a confluência de várias áreas para resolver problemas,  assim como a Escola de Palo Alto se posiciona.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielasteigleder.wordpress.com&blog=2979442&post=110&subd=gabrielasteigleder&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Ao longo do século XX a comunicação foi sendo reconhecida e analisada por outras disciplinas do saber. As escolas de <em>Frankfurt</em> e <em>Palo Alto</em> contribuíram no estudo da comunicação. A escola de Frankfurt é formada por pensamentos de um grupo de filósofos e cientistas sociais. Associa-se diretamente à chamada Teoria Crítica da Sociedade (centrada, principalmente, em entender a cultura como elemento de transformação da sociedade).</p>
<p>Já os pesquisadores da Escola de Palo Alto procuram entender o processo de canais múltiplos em que o indivíduo se expressa a partir de seus gestos, sua visão e até de seu silêncio. Para exemplificar esse modelo, utilizam a metáfora de uma orquestra. O conceito bastante difundido entre os estudantes de comunicação, por comparar este modo de expressão, não necessariamente falado, a de um músico de orquestra que abusa de seu corpo e sons em sua produção, sem a necessidade da fala. Visão sistemática da comunicação.</p>
<p>As teorias orquestrais foram propostas por Gregory Bateson (1904 &#8211; 1980) e outros nomes, que afirmam que nas inter-relações humanas são envolvidos elementos extralingüísticos, como gestualidade e espaço interpessoal, forma-se um processo de construção de ambientes. Questionam que comunicação não é linear como se acreditava, mas sim circular como já dizia Norbert Weiner (1894 &#8211; 1964), onde o receptor passa a ter um papel tão importante quanto o emissor.</p>
<p>Comunicação é plural, não somente receptor e emissor. É multimodal. Todo receptor reage à mensagem, vive a inter-relação. A mensagem se transforma no caminho que percorre. Estamos constantemente em comunicação, mesmo que o receptor não seja alguém humano.</p>
<p>O estudo da comunicação deixa de ser somente exato, como no caso da matemática e passa a deslocar-se para o campo das Ciências Sociais, apoiado na reunião de diversas áreas do saber &#8211; antropologia, matemática, sociologia, lingüística, psiquiatria e outros. Existiu um modelo de pensamento delimitador que fracassou, pois a ciência foi estruturada, o conhecimento tornou-se disciplinar, individualizando por matérias. Esta idéia posteriormente fracassa, percebe-se que não é possível totalização. Sistemas necessitam de mistura para não serem extremamente limitados, é fundamental a confluência de várias áreas para resolver problemas,  assim como a Escola de Palo Alto se posiciona.</p>
<p>Assim, surge a Teoria Estruturalista proposta por Lévy Strauss (1829 &#8211; 1902) que diz ser fundamental ter estruturas básicas para compreender a cultura. Identifica as estruturas da comunicação entre as pessoas. Os seres estão em comunicação entre si e com o ambiente, os estruturalistas propõem a pesquisa como trabalho de campo, pois permite voltar à superfície dos dados secundários, mas não impede a elaboração conceitual. E Philippe Descola (1949 &#8211; ) em 1993, diz que tornar mais acessível sua pesquisa aceitando narrativizá-la procede de uma &#8220;dupla responsabilidade social&#8221;, tanto para os que participaram como objeto de estudo, quanto os incentivadores da pesquisa.</p>
<p>É importante trabalhar as relações coletivas. Observar os comportamentos, como se manifestam, como reagem, o seu cotidiano, não avaliar somente os resultados, mas todos os detalhes do processo. Criar um plano de observação, com objetivos para registrar com método. Estabelecendo perguntas que orientam o trabalho e não nos dados finais, como enfoque principal.</p>
<p>A circulação de informação deve ser cada vez mais rápida, antigamente graças aos meios de comunicação de massa e hoje, às novas tecnologias da informação e da comunicação (NTIC). Surge, assim, a necessidade de ter pontos de comunicação em vários lugares para garantir eficiência.</p>
<p>As novas tecnologias de informação se tornam interpessoais. Não mais entre máquinas, mas evolui para uma comunicação interativa, como a comunicação digital. Inicialmente acreditava-se que o e-mail incentivaria à escrita, ao domínio da ortografia. Ao contrário, criou-se uma linguagem própria originada pelo próprio uso do meio. Concluiu-se que um dos grandes destaques desse meio era a sustentação das relações interpessoais geradas.  Os computadores se tornaram instrumentos para lançar projetos interdisciplinares, além de favorecer a automação dos alunos, entre outros casos.</p>
<p>Yves Winkin (1953 -) em seu livro, A nova Comunicação: Da teoria ao trabalho de campo &#8211; 1998, diz: &#8220;A comunicação torna-se um quadro primário, como diria Goffman (1974), um quadro primário <em>analítico</em>, ou seja, uma maneira científica, explicitamente construída, em luta constante contra o senso comum, de observar o mundo social&#8221;.</p>
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		<title>A emergência das máquinas de informática</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 12:23:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Steigleder</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A história nos provou, algumas vezes, que a guerra por mais que traga desgraças e perdas, também traz consigo muitas evoluções, principalmente tecnológicas. Isso porque os países entram em uma competição armamentista e estratégica, sendo as máquinas e aparelhos ligados à tecnologia de grande diferencial neste tipo de disputa. O movimento tecnológico esteve vinculado à reconfiguração das estruturas. Os sistemas de informação estimulam a reflexão de maneira executiva dentro do funcionamento. 
Observou-se que as máquinas eram e são criadas para substituir ou imitar a capacidade do homem de realizar tarefas, a máquina é constituída de um “cérebro eletrônico”. Assim surgem inúmeras previsões e teorias em relação ao futuro de tais inventos e seus impactos. <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielasteigleder.wordpress.com&blog=2979442&post=108&subd=gabrielasteigleder&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>A história nos provou, algumas vezes, que a guerra por mais que traga desgraças e perdas, também traz consigo muitas evoluções, principalmente tecnológicas. Isso porque os países entram em uma competição armamentista e estratégica, sendo as máquinas e aparelhos ligados à tecnologia de grande diferencial neste tipo de disputa. O movimento tecnológico esteve vinculado à reconfiguração das estruturas. Os sistemas de informação estimulam a reflexão de maneira executiva dentro do funcionamento.</p>
<p>Tamanho era o destaque que o fluxo de contratos de pesquisa e desenvolvimento estava cada vez mais crescente entre os governos. Segundo Matterlart, 1976, o orçamento dos Estados Unidos financiava 14% da pesquisa privada e pública, 56% e 80% nos anos seguintes.</p>
<p>Observou-se que as máquinas eram e são criadas para substituir ou imitar a capacidade do homem de realizar tarefas, a máquina é constituída de um &#8220;cérebro eletrônico&#8221;. Assim surgem inúmeras previsões e teorias em relação ao futuro de tais inventos e seus impactos.</p>
<p>Para convencer os pesquisadores a realizar estudos armamentistas eram realizadas sondagens de opinião, amostras e investigações psicológicas. Especialistas de informática começam a desenvolver discursos sobre os sistemas, a comunicação e o controle. Segundo as idéias positivistas de Edward (1989) o computador como máquina universal é teoricamente capaz de resolver problemas precisos, reduzidos a algoritmos.</p>
<p>O conhecimento passa a ser uma grande estratégia, pois suas fortalezas são aceleradas para transformar a sociedade e a pesquisa visa formar modelos de análise aplicáveis às operações militares. Observa-se que a inteligência não é mais concentrada, mas distribuída de forma descentralizada e interativa. As informações geradas por máquinas de comunicação devem circular para evitar a entropia sem entraves (poder e dinheiro) e a economia se abastece da confrontação de informações estratégicas. Assim a produtividade aumenta, sendo possível pelos sistemas de comunicação e pelos aspectos demográficos, como a 2ª Revolução Industrial.</p>
<p>A sinergia, ação positiva e simultânea de um grupo de pessoas na realização de uma atividade, passa a fazer parte do método de estratégia. Trabalha-se uma confluência de energia e produção de uma energia maior a partir do diálogo de informações, de conhecimento e processo.</p>
<p>Por isso, surge o &#8220;<em>think tank</em>&#8220;, chamado de reservatório de idéias. O &#8220;<em>think tank</em>&#8221; reunia profissionais de várias áreas do conhecimento teórico e prático, como especialistas em ciências sociais, economistas, matemáticos, engenheiros, físicos para trocar conhecimentos, idéias. Semelhante ao termo &#8220;<em>brainstorming</em>&#8221; utilizado atualmente, essa instituição de pesquisa tem como elementos a informação, programação e o planejamento.</p>
<p>A Rand (Research And Development Corporation), além de ser o primeiro dos &#8220;<em>think tank</em>&#8220;, patenteou a ferramenta de pesquisa qualitativa &#8220;Delphi&#8221;, que busca um consenso de opiniões de um grupo de especialistas a respeito de eventos futuros. Isto é feito estabelecendo-se três condições básicas: o anonimato dos respondentes, a representação estatística da distribuição dos resultados e o <em>feedback</em> de respostas do grupo para a reavaliação nas rodadas subseqüentes (Martino, 1993).</p>
<p>Tecnologias especiais, por exemplo, foguetes ao redor da Terra, inicialmente eram pensados em fins militares, depois este mesmo estudo se constituiu em um complexo de redes para outras aplicações, como a Internet e as mídias de massa.</p>
<p>A emergência das máquinas está cada vez mais evidente. Os especialistas em ciências sociais esclarecem os fatores de mudanças na sociedade, e procuram-se propostas que tornem eficiente a interface homem/ máquina. A partir do final da Segunda Guerra Mundial, o Departamento dos Estados dedicou-se a legitimar sua doutrina do livre fluxo da informação, cada vez mais assimilada à livre troca.</p>
<p>Os sistemas de reflexibilidade falam da necessidade de reconfiguração da sociedade. Para os estrategistas teriam sido evitadas grandes quedas e crises se fossem incentivado o conhecimento a partir dos meios de comunicação, como por exemplo, na União Soviética e como a China fez em 1976.</p>
<p>Vê-se a indústria do conhecimento ocupa lugar na sociedade, gera lucros, além de marcar as diferenças entre sociedades desenvolvidas e subdesenvolvidas.</p>
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		<title>O valor da informação</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 12:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Steigleder</dc:creator>
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		<category><![CDATA[meios de comunicação de massa]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
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		<description><![CDATA[O autor Michael L. Dertouzos (1936 - 2001), do livro publicado em 1997, “O que será: como o novo mundo da informação transformará nossas vidas”, diz que “tanto no caso físico quanto no informático, se o trabalho é produzido por pessoas, exige a utilização de uma parcela de suas vidas, independentemente do envolvimento dos músculos ou do cérebro”. Assim, a informação passa a ser um objeto de trabalho e de valorização.
Os meios de comunicação de massa são um dos que mais trabalham com informação. Através de suas transmissões, aliadas à informática, acabam por transformar a forma de comunicação e conseqüentemente a sociedade. A informatização já se tornou essencial à maioria dos setores, independentemente dos envolvidos. <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielasteigleder.wordpress.com&blog=2979442&post=106&subd=gabrielasteigleder&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>A humanidade já passou por diversas fases ao longo de sua história, cada uma marcada por características predominantes ou novas de acordo com sua sociedade vivente. A partir do fim do século XX, o perfil da sociedade torna-se evidentemente modificado do que havia até então e se demarca como uma nova transformação.</p>
<p>A sociedade passa a ser denominada de Sociedade do Conhecimento ou Sociedade da Nova Economia. Isto porque termos como globalização e tecnologia se tornam muito presentes no dia-a-dia da população. A expansão e relevância do conhecimento adquire uma importância extremadamente difundida.</p>
<p>O incentivo ao estudo passa a ser prático. Profissionais que detém as informações são muito valorizados. A criatividade, a inteligência, o empreendedorismo e o conhecimento prático/ teórico são algumas das características buscadas nos profissionais atualmente.</p>
<p>Para educar estas pessoas, são criados novos cursos. Cursos técnicos &#8211; rápidos e focados como forma de complementação, graduações adaptadas às necessidades do mercado, formando profissionais para pensar e não somente executar. Os currículos passam a ficar cada vez maiores e diversificados.</p>
<p>Entretanto, existem ainda certos preconceitos em relação a trabalhos que não sejam predominantemente físicos. Afinal, muito da cultura nacional está relacionada ao trabalho duro vindo da agricultura, em que a exigência física era grande e o trabalho era literalmente vindo do esforço, do &#8220;suor&#8221;. Como educar uma população, de que o trabalho intelectual, de informação, que não exige tantos esforços físicos quanto um trabalho mais convencional, tenha sua valorização também ou até mesmo maior?</p>
<p>O autor Michael L. Dertouzos (1936 &#8211; 2001), do livro publicado em 1997, <em>&#8220;O que será: como o novo mundo da informação transformará nossas vidas</em>&#8220;, diz que &#8220;tanto no caso físico quanto no informático, se o trabalho é produzido por pessoas, exige a utilização de uma parcela de suas vidas, independentemente do envolvimento dos músculos ou do cérebro&#8221;. Assim, a informação passa a ser um objeto de trabalho e de valorização.</p>
<p>Os meios de comunicação de massa são um dos que mais trabalham com informação. Através de suas transmissões, aliadas à informática, acabam por transformar a forma de comunicação e conseqüentemente a sociedade. A informatização já se tornou essencial à maioria dos setores, independentemente dos envolvidos.</p>
<p>As questões políticas são exemplos. Através da Internet é possível acessar às contas do governo, &#8220;ativar&#8221; a participar popular por meio da informação, para o &#8220;bem comum&#8221;. Diferente do que ocorria há tempos atrás, em que os políticos detinham a informação e ela só era passado de acordo com a vontade de tais. Esta possibilidade, porém, não cumpre seu papel com total aproveitamento, pois ainda está em evolução: nem todos os dados são divulgados e nem todas as pessoas buscam por este tipo de informação.</p>
<p>Já no caso econômico, novos parâmetros sociais foram instalando-se. O cartão eletrônico encontra-se indiscutivelmente disseminado entre a população. Com a evolução, campanhas promocionais e devido às facilidades, a adesão de tal objeto é rapidamente perceptível. Ele vem com a proposta de substituir o dinheiro e diminuir os riscos de falsificação, reflexos da sociedade atual. Entretanto, outros objetivos passam a fazer parte deste novo modelo &#8220;financeiro&#8221;, uma vez que o consumo tornou-se &#8220;informatizado&#8221;. Isto porque é possível fazer um levantamento de dados detalhados não autorizados de compras realizadas, assim facilita a obtenção de dados para elaboração de pesquisas de massa.</p>
<p>Empresas que não fazem parte deste complexo informatizado, perdem tempo e eficiência, além de perderem muito dinheiro, pois o mercado está cada vez mais atualizado e exigente. As informações são facilmente encontradas, o que faz com que o posicionamento tenha que levar em consideração vários fatores, entre eles a concorrência.</p>
<p>Entretanto, não basta só ter computadores, é necessário um sistema que satisfaça às necessidades das pessoas e que estas sejam protagonistas de suas necessidades. Além de que novas opções sejam oferecidas, como entretenimento e relações sociais.</p>
<p>É extremamente importante que se aproveite de maneira intensiva a capacidade intelectual do ser humano, a sua mente, a sua inteligência e que nos preocupemos mais com a qualidade do que está sendo produzido e não só com a quantidade.</p>
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		<item>
		<title>Multiculturalismo e as identidades</title>
		<link>http://gabrielasteigleder.wordpress.com/2008/12/30/multiculturalismo-e-as-identidades/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 12:17:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Steigleder</dc:creator>
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		<category><![CDATA[alberto efendy maldonado]]></category>
		<category><![CDATA[multiculturalismo]]></category>
		<category><![CDATA[identidades sociais]]></category>
		<category><![CDATA[construtivismo]]></category>
		<category><![CDATA[funcionalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[A cidade é onde se constitui o imaginário social, lugar privilegiado para imaginar. É o lugar de referência, de construção de narrativas (manifestações da vida), é fabricado pelas mídias, mas principalmente pelas pessoas (sonoridades, esportes, etc.). A mídia vem para representar simbolicamente o imaginário das pessoas, como por exemplo, as novelas. Por vezes trazendo temas cotidianos, mas sempre usando muito da imaginação afirmado pela frase popular, “só podia ser novela mesmo”.
Quando analisamos mais além, percebemos que o multiculturalismo está diretamente ligado a questões de transnacionalização, passando por cidades, estados e países. É um fenômeno permanente na história do mundo civilizado, mas que se acelerou e tomou dimensões globais nas últimas décadas. Projeta efeitos através das fronteiras nacionais, tornando as relações instantâneas e países com poderes exclusivos nas relações internacionais. Nos conflitos mundiais é possível perceber as tendências pelas quais determinados países concebem suas identidades. <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielasteigleder.wordpress.com&blog=2979442&post=104&subd=gabrielasteigleder&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Hibridismo, diversidade étnica e racial, novas identidades políticas e culturais: estes são termos diretamente relacionados ao rótulo multiculturalismo. Debater sobre o pós-modernismo, a globalização do capital e a circulação intensificada de informações, através de novas tecnologias afirmando identidades locais e regionais.</p>
<p>Para isso é necessário começar pela análise primária, as cidades. A cidade é onde se constitui o imaginário social, lugar privilegiado para imaginar. É o lugar de referência, de construção de narrativas (manifestações da vida), é fabricado pelas mídias, mas principalmente pelas pessoas (sonoridades, esportes, etc.). A mídia vem para representar simbolicamente o imaginário das pessoas, como por exemplo, as novelas. Por vezes trazendo temas cotidianos, mas sempre usando muito da imaginação afirmado pela frase popular, &#8220;só podia ser novela mesmo&#8221;.</p>
<p>Quando analisamos mais além, percebemos que o multiculturalismo está diretamente ligado a questões de transnacionalização, passando por cidades, estados e países. É um fenômeno permanente na história do mundo civilizado, mas que se acelerou e tomou dimensões globais nas últimas décadas. Projeta efeitos através das fronteiras nacionais, tornando as relações instantâneas e países com poderes exclusivos nas relações internacionais. Nos conflitos mundiais é possível perceber as tendências pelas quais determinados países concebem suas identidades.</p>
<p>O construtivismo traz a idéia de que a aprendizagem ter que estar em processo, que todo conhecimento é formado a partir de uma série de ações sistemáticas. Não através do ato de decorar, mas sim por seus próprios méritos, construindo alicerces, táticas e estratégias de aprendizagem. Métodos que confluem para um pensamento metodológico maior, como as identidades familiares, acadêmicas.</p>
<p>Já o funcionalismo se opõe, pois não aceita mudança de identidade. Diz que ela é uma essência do ser, nasce com a pessoa. Não pode existir mudança de referenciais, somente um modelo a seguir.</p>
<p>Os Estados Unidos e o Iraque são exemplos de nações em conflitos internacionais que têm suas identidades a partir desses conceitos. O Iraque por impor um modelo a ser seguido através de suas crenças, não deixando que seus seguidores construam suas próprias identidades. Há um choque de civilizações em que os Estados Unidos tentam impor o seu modo de vida ao outro. Esse confronto resulta na negação do próximo explorado de acordo com interesses próprios.</p>
<p>Essas identidades que se formam são múltiplas, mas que se assemelham, unem-se com outras. Anteriormente restringia-se o fato de ter uma identidade à somente fazer parte de uma nação, uma entidade espacialmente limitada, onde tudo aquilo que é compartilhado pelos que habitam (língua, objetos, costumes) os diferenciaria dos demais.</p>
<p>Percebeu-se que a cultura e o território estão ligados, mas as culturas não se desenvolvem, necessariamente, em territórios físicos, mas sim culturais. A globalização gera novos referenciais de identidade que não se limitam ao território e nem a símbolos históricos. Segundo Carlos Monsiváis (1938-) e Jesús Martín Barbero (1937-), os meios de comunicação contribuíram para que os grupos de diversas regiões de um mesmo país ou do mundo, antes afastados e desconectados, se reconhecessem como parte de uma totalidade.</p>
<p>Os meios de comunicação de massa foram instrutores e incentivadores do uso de tecnologia e aparelhos eletrônicos. No Brasil, houve campanhas apoiadas na mídia, ensinando a usar a urna eletrônica durante as eleições. Entretanto, os meios também podem unificar padrões de consumo com visão nacional. Generalizar que todo brasileiro gosta de futebol, é um apelo midiático que nos faz questionar se todos os estados teriam interesse por esse esporte se não fosse o destaque dado pelos meios de comunicação de massa.</p>
<p>A transnacionalização diminui a importância dos referenciais tradicionais de identidade É necessário reconhecer que várias culturas se unem e identidades se misturam. Os sistemas, quando estruturados transnacionalmente, geram produções &#8220;desfolclorizadas&#8221;, entretanto é possível produzir peças espetaculares com características regionais, que sejam compreensíveis por todos os espectadores.</p>
<p>Ortiz observa que &#8220;o mundo é um mercado diferenciado constituído de camas afins. Não se trata, pois, de produzir ou vender artefatos para &#8216;todo&#8217; mas de promovê-los globalmente entre grupos específicos&#8221;. O antropólogo argentino, Néstor García Canclini (1939-) completa: &#8220;entender as indústrias culturais e a massificação urbana se articulam para preservar culturas locais e, ao mesmo tempo, fomentar uma maior abertura e transnacionalização dessas culturas&#8221; é uma tarefa-chave dos estudos culturais.</p>
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		<item>
		<title>O espaço: sistemas de objetos, sistemas de ações</title>
		<link>http://gabrielasteigleder.wordpress.com/2008/12/30/o-espaco-sistemas-de-objetos-sistemas-de-acoes/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 12:13:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Steigleder</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ações]]></category>
		<category><![CDATA[alberto efendy maldonado]]></category>
		<category><![CDATA[espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Milton Santos]]></category>
		<category><![CDATA[teoria da comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[O espaço é uma convergência de objetos e ações. Ações do ser humano e do sistema, sendo este um processo um movimento. Na contemporaneidade o espaço abriga uma multiplicidade de sentidos. As delimitações geográficas tornaram-se relativizadas, em que o urbano e o rural se relacionam diretamente. As pessoas no campo podem facilmente produzir e negociar com clientes localizados geograficamente no exterior.

Os sistemas de informação transformam os espaços. Milton Santos (1926-2001) em uma observação relacionada a esse fato diz que é mais fácil transformar o campo do que uma cidade, já que a cidade está pré-definida, estabelecida e formada.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielasteigleder.wordpress.com&blog=2979442&post=102&subd=gabrielasteigleder&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O espaço é uma convergência de objetos e ações. Ações do ser humano e do sistema, sendo este um processo um movimento. Na contemporaneidade o espaço abriga uma multiplicidade de sentidos. As delimitações geográficas tornaram-se relativizadas, em que o urbano e o rural se relacionam diretamente. As pessoas no campo podem facilmente produzir e negociar com clientes localizados geograficamente no exterior.</p>
<p>Os sistemas de informação transformam os espaços. Milton Santos (1926-2001) em uma observação relacionada a esse fato diz que é mais fácil transformar o campo do que uma cidade, já que a cidade está pré-definida, estabelecida e formada.</p>
<p>Essa transformação se dá para ser funcional ao sistema de informações que traz consigo objetos de alta informação. Os objetos deixam de ser naturais e passam a ser transformados em objetos técnicos devido à capacidade de complexidade, produção, funcionalidade e inteligência.</p>
<p>Santos, em 1994, diz:<em> &#8220;Nunca como nos tempos de agora, houve uma necessidade de mais e mais saber competente, graças à ignorância a que nos induzem os objetos que nos cercam e as ações de que não podemos escapar&#8221;.</em></p>
<p>O autor se refere à constante e insaciável produção de objetos. As pessoas necessitam se adaptar à nova realidade e consumi-la, o que as tornam ignorantes, mas também faz com que aprendam a cada dia, pois as inovações são rapidamente modificadas.</p>
<p>Os objetos, em sua maioria, não servem para coleção, mas já surgem cobertos por funcionalidades dentro do sistema. Estes condicionam a vida, o espaço e a produção de sentidos. Praias que antes eram privilégios de certas regiões passam a existir em outros lugares, pois foram produzidas artificialmente pelo homem e não mais pela natureza.</p>
<p>As ações também se tornam artificiais quando condicionadas pelo sistema, pela cultura. O jeito de caminhar, de se vestir, de falar, hábitos que, em sua maioria, são inconscientes e apresentam o reflexo da cultura atual.</p>
<p>Os movimentos passam a ser coordenados para satisfazer necessidades produtivas e as ações conduzidas por pensamentos através de orientações. Pessoas ensinadas a exercer ações e não exercitar o pensamento.</p>
<p>Desta forma, limitam-se a conhecer sobre determinada a área de interesse, esquecendo que tudo faz parte de um grande sistema. É necessário o conhecimento transdisciplinar a fim de promover avanços como a produção de novos conhecimentos ou mesmo, novas sub-áreas.</p>
<p>Na sociedade do conhecimento, em que os objetos condicionam os comportamentos dos usuários, a nova geração não questiona a lógica interna destes, somente utiliza-os. Falta pensar na concepção educacional e comunicacional a se apresentar a partir da tecnologia.</p>
<p>Estes conceitos vêm ganhando relevância à medida que a globalização se firma e mostra sua importância. Onde os espaços não são mais limitações geográficas para proporcionar relações.</p>
<p>O espaço apresenta dois elementos importantes: a horizontalidade e a verticalidade. O primeiro refere-se a áreas mais restritas como cidades e regiões, já o segundo é bem mais amplo incluindo diversas cadeias possibilitadas pela globalização, como: circulação, distribuição e consumo.</p>
<p>Regiões que não tinham condições de executar determinadas ações ou produzir objetos específicos passam a ter esse tipo de oportunidade muito mais próxima quando o sistema se organiza também de forma vertical. Isto porque, recebem matéria-prima, mão-de-obra de outras regiões. Através de fornecedores a mercadoria pode ser distribuída além das fronteiras geográficas estipuladas.</p>
<p>A maior rentabilidade ocorre de acordo com a informação, melhor organização, interelações. Através do sistema vertical é possível demandar de inteligências externas, como formações acadêmicas. Para suprir necessidades locais, por exemplo.Esse sistema leva informações ou ordens que muitas vezes não são de interesses locais. Alguns fatores devem ser levados em consideração quando se trabalha com o sistema vertical como: a interação com o mercado, com as instituições e com o meio ambiente.</p>
<p>A relação entre os dois setores forma um resultado mais complexo em termos de espaço, pois proporciona a participação de vários blocos sociais. Faz com que as pessoas percam a noção de localização, afinal as divisões não são mais geográficas, mas sim culturais.</p>
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		<title>Pesquisa de comunicação de massa</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 12:10:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Steigleder</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>
		<category><![CDATA[alberto efendy maldonado]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Lazarfel]]></category>
		<category><![CDATA[Merton]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa de massa]]></category>
		<category><![CDATA[teoria da comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Época de eleição, os meios de comunicação são invadidos por propagandas eleitorais obrigatórias ou não. Cansados e sem opções de fuga ou até mesmo por interesse, acabamos por nos render em algum momento da campanha a prestar a atenção no que nos é passado.
Tantos são os discursos e imagens que alguns chegam a nos seduzir, tamanho é o impacto causado por um meio midiático, atingindo não só a uma pessoa, mas também a massa.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielasteigleder.wordpress.com&blog=2979442&post=100&subd=gabrielasteigleder&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Época de eleição, os meios de comunicação são invadidos por propagandas eleitorais obrigatórias ou não. Cansados e sem opções de fuga ou até mesmo por interesse, acabamos por nos render em algum momento da campanha a prestar a atenção no que nos é passado.</p>
<p>Tantos são os discursos e imagens que alguns chegam a nos seduzir, tamanho é o impacto causado por um meio midiático, atingindo não só a uma pessoa, mas também a massa.</p>
<p>Enganam-se os que pensam que esses fatos acontecem somente nos dias de hoje, devido à influência da televisão no cotidiano. Os meios de comunicação, desde suas criações, vêm provando que, de acordo com a forma em que são utilizados, causam efeitos e adquirem grande poder sobre a humanidade.</p>
<p>As guerras mundiais são um dos fatores históricos em que se pode perceber a direta influência midiática. As técnicas de propaganda, elaboradas a partir de teorias que apoiavam determinadas ideologias, acabavam por manipular a opinião pública.</p>
<p>Harold D. Lasswell (1902 -1978) é um dos pais da comunicação que traz conceitos ligados às técnicas de propaganda, em que esta aparece como sinônimo de democracia. Ressalta que a persuasão cria-se como consenso, podendo ser considerado um meio melhor e mais barato do que a corrupção e a violência para atingir objetivos políticos, entre outros.</p>
<p>A audiência é o &#8220;consumidor&#8221; deste meio ou chamado público-alvo, uma vez são públicos em inter-relação com um meio de comunicação. O sistema pelo qual funciona é realizado através de estímulos/ respostas, em que os estímulos são causados pelas mídias e as respostas geradas pelo público, de maneira positiva ou negativa.</p>
<p>Por demonstrar ser um sistema complexo, capaz de influenciar multidões e condicionar comportamentos, viu-se a necessidade de que se houvesse relação com outras áreas do saber, como psicologia, antropologia e marketing. Conhecer o ser humano, enquanto individual e em sociedade, tornou-se um exercício fundamental para os que atuavam no meio.</p>
<p>Assim, iniciam-se as sondagens de opinião pública e a preocupação com os conteúdos das mensagens divulgadas, fundamentais para a gestão e para saber o que acontece na sociedade. Os dados tornam-se indicadores e identificam as tendências mundiais.</p>
<p>O ramo da pesquisa ganha destaque e os estudos tornam-se cada vez mais amplos, <em>&#8220;Quem diz o quê com que canal e com que efeito&#8221;</em>, de Lasswell em 1948, era a grande fórmula de análise dos impactos dos meios em relação às massas populacionais. &#8220;<em>Quem diz</em>&#8221; refere-se ao emissor, à análise em produção ao controle e &#8220;<em>o quê</em>&#8221; ao conteúdo. Entretanto, quando o autor cita &#8220;<em>o canal</em>&#8221; como um paradigma de análise dos meios, do suporte e das mídias, não se refere à superficialidade, pois os meios, em sua proposta, são muito mais complexos, funcionando como campos multidirecionais que se convergem.</p>
<p>Já &#8220;<em>a quem</em>&#8221; seria uma análise do impacto das audiências e de que forma ela acontece, podendo ser alienante, educativa, manipuladora, por exemplo. É importante que se conheça a segmentação existente no meio, conhecer o público ao qual se dirige e a interação entre quem produz e quem recebe. E por fim, &#8220;<em>o efeito</em>&#8221; que se preocupa com os impactos gerados, os resultados.</p>
<p>Completando Lasswell em seu estudo modelo, Lazarfel (1901-1976) e Merton (1910-) trazem mais dois itens em relação às funções da comunicação na sociedade que até então se dividiam em: vigilância do meio (a humanidade), estabelecimento de relações intersociais (evolução, crescimento e compartilhamento de conhecimento) e transmissão da herança social (a mídia divulgando cultura). Assim, o entretenimento e a adaptação passam a fazer parte das funções e abrem questionamentos para estudos da comunicação.</p>
<p>Os outros dois &#8220;pais da comunicação&#8221; ganham destaque estudando as difusões trazidas pelos meios e observam que as pessoas começam a ficar viciadas, ou seja, têm grande dependência midiática. Percebe-se também, que a população vai se adaptando ao que é sugerido pelos meios, se modernizando.</p>
<p>Lazarfel, professor de sociologia, traz a idéia do duplo fluxo entre as audiências e os meios, os chamados líderes de opinião que são pessoas importantes na comunidade em que se relacionam e são de grande influência. Sua Teoria dos efeitos limitados defende que mesmo que o conteúdo não chegue da mídia à massa, os formadores de opinião o levarão.</p>
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		<title>O que é um problema de comunicação?</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 11:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Steigleder</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A comunicação, pelo que se sabe hoje, é o grande ponto-chave da interação entre a humanidade, principalmente quando se trata da linguagem. Através da linguagem, nós, enquanto seres humanos, nos diferenciamos mais evidentemente do restante dos seres vivos. Conversamos com outras pessoas, com nós mesmos e até com os animais.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielasteigleder.wordpress.com&blog=2979442&post=96&subd=gabrielasteigleder&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>A comunicação, pelo que se sabe hoje, é o grande ponto-chave da interação entre a humanidade, principalmente quando se trata da linguagem. Através da linguagem, nós, enquanto seres humanos, nos diferenciamos mais evidentemente do restante dos seres vivos. Conversamos com outras pessoas, com nós mesmos e até com os animais.</p>
<p>Com a relevância ganha por esta, os intelectuais, especialmente ocidentais, perceberam que ali poderia haver uma complexa, mas interessante, área de estudo e de profissionalização. Profissionais capacitados foram sendo requisitados, acelerando o processo de uma Ciência Social para suprir a demanda social e cultural gerada.</p>
<p>Entretanto, a graduação nos cursos de Ciências Sociais gerava discussões em relação às demais áreas profissionalizantes, pois se acreditava que não era necessário um diploma para saber se comunicar. Ainda hoje, podemos ouvir algumas idéias semelhantes a esta, porém a necessidade de reformulação de grade curricular dos cursos é a mais discutida, sendo a grande &#8220;vilã&#8221; da criticada formação acadêmica na área. Isto porque os currículos devem priorizar o conhecimento para ter um maior esforço intelectual diferenciado do senso comum, com uma linguagem rebuscada, fortalecida pela prática no meio.</p>
<p>A arte da comunicação, em termos profissionais, não é somente saber expressar-se. É também suprir a necessidade de alguém informado e com conhecimento do mundo globalizado para planejar e projetar as melhores soluções do pensamento através de produções midiáticas.</p>
<p>As matrizes são exemplos de modelos com que os comunicadores constantemente lidam em suas produções midiáticas, independentemente de qual veículo se utiliza.  Um publicitário pode trabalhar com uma matriz dramática a fim de emocionar seu público para uma realidade pouco divulgada, por exemplo.</p>
<p>Transformações culturais acontecem a todo o momento, algumas demoram um espaço de tempo maior para se consolidar, outras são facilmente percebidas. Mas, o que notamos é que elas não transformam somente a área da qual fazemos parte, mas a todo um período ao qual vivemos e também posterior. Assim entram os meios de comunicação, refletindo e causando novas mudanças no cotidiano humano.</p>
<p>Fortalecidos então, estes meios ou indústrias culturais geram uma produção de bens de comunicação que estabelecem vínculos sociais, como por exemplo, novelas, jornais, filmes, etc. Fazem parte de uma estrutura em movimento constante e formador de um sistema maior, onde a comunicação atua como vínculo das demais áreas.</p>
<p>Sua função é a inclusão da sociedade como um todo, transmitindo e mantendo as culturas que atravessam gerações, como os dialetos e lendas, mesmo em uma sociedade de pessoas com distinções e similaridades.</p>
<p>Os meios de comunicação atravessam o cotidiano das famílias mudando seus hábitos, alfabetizando e causando transformações. Inicialmente os impactos causados por eles eram mais perceptíveis, pois a humanidade estava descobrindo uma nova forma de comunicação e o fascínio pelas novas tecnologias predominava. Atualmente, podemos perceber que já existe uma seleção maior de informações, dando às pessoas a possibilidade de filtrar o que lhes é interessante.</p>
<p>Com mais possibilidade de acesso ao conhecimento, através da Internet, livros, jornais, entre outros meios, as manipulações tornam-se mais fracas devido ao ganho de cultura. Todavia, o que tem acontecido é um forte apelo midiático gerado por diversos meios com o intuito de transformar pensamentos de acordos com seus objetivos próprios. Este ainda é um dos grandes pontos representativos da abrangência causada pela tecnologia de comunicação.</p>
<p>Somos bombardeados constantemente pela tecnologia midiática, mas já estamos habituados a isso, então não percebemos o quanto a comunicação interfere em nossas vidas. Nos locais que freqüentamos, dificilmente não encontraremos algum rádio, televisão ou jornal. Em nossa casa ou até mesmo em nosso quarto, a quantidade de meios que possuímos surpreende a nós mesmos.</p>
<p>A comunicação, com seus defeitos e qualidades, concretiza-se como o mais importante vínculo para sustentar uma sociedade. Suas novas tecnologias são um aprimoramento que afeta a todas as outras estruturas do sistema, firmando ainda mais a evolução dos próprios meios midiáticos e de toda a humanidade com a qual tem contato.</p>
<p>Abordando o tema, Daniel Bougnoux em 1998 concluiu: &#8220;Nosso conceito de comunicação, ao contrário, parece implicar uma ação sobre o espírito das pessoas: a ação comunicacional não põe em relação o sujeito e o objeto, mas o sujeito com o sujeito. É o homem agindo sobre (as representações de) o homem por meio dos signos&#8221;.</p>
<pre><em>Texto para a atividade acadêmica: Teorias da Comunicação I</em></pre>
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