Posts filed under '2008 - 1° Trimestre'
Apresentação sobre Bauhaus
Apresentação sobre a Escola Bauhaus para a atividade acadêmica Inglês I.
Gabriela Steigleder e Clarice Copstein
Add comment Maio 15, 2008
Movimentos de Vanguarda: Art Deco
Movimento de vanguarda trabalhado na atividade acadêmica Introdução ao Design, relacionando o movimento ao progresso do Design.
Gabriela Steigleder e Bruna Talita
Add comment Maio 15, 2008
EUA x Entretenimento
Apresentação realizada para a atividade acadêmica Inovações Tecnológicas, com o propósito de diferenciar a forma com que cada país trata o investimento em inovações tecnológicas. Esta apresentação se refere aos Estados Unidos e como o país utiliza a tecnologia em função do entretenimento.
Add comment Maio 15, 2008
Posts no Blog Hiper
O blog Hiper é um projeto do curso de Comunicação Digital da Unisinos feito pelos próprios alunos e professores do curso.
Confira meus posts sobre novas ferramentas, novidades e temas interessantes que se destacam na Web.
Add comment Maio 15, 2008
Comentário para a televisão sobre: “Caso Isabella”
Voz popular: voz do julgamento correto?

Bom dia, telespectadores brasileiros! Venho a público comentar com vocês sobre o assunto-chave da maioria das conversas rotineiras de uns dias para cá, sendo na hora do chimarrão com a família, com um desconhecido no ônibus, na sala de espera com a secretária, etc. O “Caso Isabella” é sem dúvidas, o “assunto do momento”, o assunto em que todos são peritos, de que todas as pessoas têm opinião, de que todos se consideram capazes de julgar.
Uma menina de cinco anos, no meio da noite do dia 29 de março, aparece caída no gramado do prédio onde mora seu pai. Fato triste e grave que abalou o país, principalmente por se tratar de uma criança. Mas o que faz o caso de Isabella se destacar no meio de tantos outros de mesma brutalidade?
A televisão é uma das respostas. O destaque dado por ela ao caso, a partir da comunicação persuasiva, em que as informações transmitidas são capazes de mobilizar emoções e raciocínios, a mídia televisiva usa de muitas informaçõe
s da polícia e imagens conseguindo atingir a sensibilidade da população.
Dessa maneira, pessoas vão às ruas para protestar contra o crime, pedindo justiça, incriminando seus prováveis responsáveis. Pessoas essas, que em sua maioria, nunca conheceram a menina e nem seus familiares.
Influencia demais por tudo que é transmitido, a população considera tem conhecimento suficiente para julgar um crime, do qual nem a polícia terminou as investigações ainda. Incriminar uma pessoa, ou até mesmo inocentá-la, é algo extremamente delicado, pois estamos lidando, não com personagens, como no Caso Isabella, madrasta assassina e pai cúmplice, mas com vidas que mudam completamente de acordo com a sentença final.
Cito um fato de um jornalista, Guilherme Fiúza, para reflexão. Fiúza comenta recentemente com uma emissora de rádio que já passou por um caso semelhante ao de Isabella, em que, no seu próprio apartamento tropeça, sem querer, e deixa seu filho de apenas um mês cair do oitavo andar do prédio. Até ser provada sua inocência, muitas distorções e críticas por parte da população lhe foram feitas, sobre ser o assassino de seu próprio filho.
Espero que possamos ser um pouco mais racionais na hora de julgarmos alguém, por mais que seja difícil controlar as emoções. Que nossas críticas correspondam ao nosso conhecimento e que cobremos a justiça, sim, mas de maneira justa respeitosa.
Add comment Maio 15, 2008
Projeto de Inovações Tecnológicas: PratiKeys
PratiKey é uma inovação criada pelo grupo de estudantes da Unisinos, Barbara Dapper, Daniel Bohn, Gabriela Steigleder, Gisele Hammerschmitt e Jully Rodrigues para a atividade acadêmica: Inovações Tecnológicas.
Você é o tipo de pessoa que esquece com freqüência logins e senhas de sites em que está cadastrado? Não usa serviços de bancos e senhas online com medo que elas sejam descobertas? Então PratiKey é a solução para seus problemas.
PratiKey é um dispositivo fixado a um micro-computador ou notebook que interage com o mesmo através de radiofreqüência. Com ele é possível utilizar esses serviços sem riscos. Como? O PratiKey é um leitor digital ótico, tornando-se desnecessário o uso de senhas com caracteres de maneira 100% segura e prática.
O aparelho pode ser utilizado por qualquer pessoa, pois não armazena qualquer tipo de informação. Tudo é salvo no servidor pratikeys.com e só é ativado com o reconhecimento de sua digital.
Aproveite a Web sem medo com PratiKey!
Add comment Maio 9, 2008
Web: complemento às mídias tradicionais ou ameaça?
Quando uma nova tecnologia de comunicação surge causando uma revolução em nível mundial, de todos os lados brotam especulações sobre a extinção dos meios antigos para a adoção dos modernos. Foi assim já na invenção do rádio, da TV e, mais recentemente, da Internet. De fato, são muitas as vantagens em relação aos anteriores, porém todos continuaram existindo. Por que será então que esta questão tem ganhado tamanha relevância atualmente?
Antes de analisá-la é importante ressaltar toda a trajetória pela qual a história da comunicação passou até chegar ao que temos. Os meios foram se aprimorando e atingindo a nichos de público diferentes. Poderíamos até dizer que um é a evolução do outro, mas ao mesmo tempo peças de um quebra-cabeças que se completam.
O jornal concretiza a notícia que antes só se sabia por boatos. O rádio transmite suas informações para inúmeras famílias que se reúnem na sala. A televisão apresenta aos seus telespectadores o áudio e a imagem, impressionando a todos ainda mais com surgimento da imagem colorida. E assim, chega-se à Internet, o meio que reúne todos em um só. Todavia, como fica cada mídia neste contexto?
Devemos admitir que o jornal impresso possui vantagens que a Web ainda não cobre satisfatoriamente, pois proporciona sensações inadequadas à tecnologia de ponta do meio. Prova disso é a necessidade, que a maioria das pessoas ainda tem, de ler textos em frente ao computador, levando-os a optar pela impressão de seus arquivos DOC ou PDF, por exemplo. A economia de folhas e tinta não se compara à sensação de carregar a informação nas mãos, torná-la algo tangível.
Da mesma forma, é preciso reconhecer o poder de atualização e dinamicidade dos portais de notícias online frente aos impressos. Através de hiperlinks nas próprias reportagens é possível acessar a outras informações relevantes ao fato de que se tem interesse. Fóruns de discussão, enquetes virtuais, consulta a bancos de dados com arquivos das edições passadas, seleção via RSS do que se deseja receber sobre determinados assuntos e a possibilidade de interação direta com o autor são alguns recursos só adquiridos após o uso da Web no cotidiano da sociedade. Os portais de notícias online G1 e FolhaOnline são bons exemplos de jornais adaptados para a Web que ganharam maior interatividade.
O usuário passou a não ser receptor somente, mas também criador de outras mensagens que podem agregar ou não informações relevantes ao texto. Pode até mesmo criar seus próprios textos, sem a necessidade de formação específica para tal, tendo os custos de publicação e distribuição drasticamente reduzidos.
Já o rádio entra na era digital promovendo o contato mais direto com os ouvintes e tendo sua amplitude globalizada. Ao ouvinte inúmeros recursos são disponibilizados, principalmente pelos sites das emissoras de rádio. Elas oferecem espaço para manifestação, bate-papos entre os próprios ouvintes, acesso à programação, transmissão ao vivo para qualquer lugar, blogs com o perfil da rádio e seus radialistas, informações gerais sobre temas discutidos e o próprio funcionamento, vídeos de bastidores, entre outros.
A Web digitaliza essa mídia radiofônica mostrando o que tem por trás do som, possibilitando que o ouvinte e/ou internauta explore ao máximo o que a rádio tem a oferecer. Pode, a princípio, parecer uma “competição desleal” entre os meios, porém o que se vê é que a Web tem atingido o seu auge e o rádio permanece, pois há ainda alguns locais em que é insubstituível.
Dando continuidade à evolução, atire a primeira pedra quem nunca reclamou da programação aberta da televisão. Se pudéssemos fazer nossas próprias escolhas quanto ao conteúdo, o interesse por ele certamente seria maior. Talvez com o progresso da televisão digital as coisas tomem rumos um pouco diferentes, mas enquanto isso a Web vem tomando a ponta dessa corrida.
Mesmo não sendo assinante de nenhum canal específico, o internauta sente-se acomodado por diversos portais de vídeo que não exigem contribuição financeira dos espectadores e investem em publicidade não diretamente na gravação, mas sim no conteúdo do próprio site em áreas destinadas para tal. Não temos, portanto, comerciais atrasando a programação. Assiste-se ao que se quer, elimina-se o que se repudia: a maior vantagem dos vídeos online em comparação à TV.
Cresce ainda mais, a partir do momento em que os próprios usuários passam a fazer parte do “conteúdo”, da “programação” da Web, através das suas publicações como vídeos, fotos, textos, etc. É neste contexto que ela ganha espaço, uma vez que se difere dos outros meios por permitir que as pessoas escrevam, com ela, a sua história. Como exemplos de toda essa abrangência podemos citar os portais, como Terra e UOL, que oferecem conteúdo em todos os formatos, além dos blogs que têm ferramentas que disponibilizam os mesmos recursos, dependendo somente da vontade do usuário.
Refletindo sobre todos esses pontos, chega o momento de analisar uma intrigante questão: a Internet tornou-se um complemento às mídias digitais ou uma ameaça a elas? Até o momento, o que se percebe é que esses meios ganharam um destaque próprio na Web, uma vez que os mesmos passam a ter maior interatividade dentro e fora da Web. A participação é um ponto-chave para que qualquer meio continue existindo, pois a essência da comunicação é justamente a interação entre as pessoas. A Internet pode, sim, criar necessidades que antes não existiam. Atualmente queremos e exigimos tudo extremamente atualizado, exploramos ao máximo todas as possibilidades e desvalorizamos, de certa forma, determinados recursos históricos, mas ainda assim, traz suas vantagens.
Dizer que em um futuro próximo todas as mídias só existirão de forma digitalizada seria um equívoco. Nem toda a população é usuária ativa da Web, pois grande parte ainda usa os meios tradicionais como fonte de lazer e informação. No entanto, nossa entrada “de cabeça” na Era Digital, isso sim, é uma realidade.
Daniel R. Bohn e Gabriela Steigleder
Add comment Maio 9, 2008
Análise de Hipertexto: Uol Bichos

A reportagem “Série de TV mostra relatos de quem ficou ‘cara a cara’ com animais selvagens” relacionada ao canal de Bichos, do portal UOL, foi pensada de forma simples. Sua estrutura se baseia no texto, uma imagem e em apenas um hiperlink no corpo do texto. A ligação semântica se refere ao nome “Dave Salmoni” que está escrito em negrito e sublinhado, forma bastante atrativa. Outras duas ligações aparecem, no final pelo indicativo “Mais” e abaixo da imagem pelo indicativo “Veja cenas da Atração”.
As expressões que viraram conexões fazem sentido, pois remetem a algo relacionado ao conteúdo da notícia.
O texto foi pensado para estimular a participação do leitor através da opção “ENVIAR”, que permite enviar a reportagem por e-mail, juntamente com um comentário e a opção “COMUNICAR ERRO”, onde você após preencher os campos, pode comunicar ao site possíveis erros na página.
A notícia não estimula um trajeto extenso para o leitor, contém poucos links com informações semelhantes.
Barbara Dapper e Gabriela Steigleder
Add comment Maio 8, 2008
Análise de Hipertexto: Estadao – Esportes

A reportagem “Felipe Massa quer a terceira vitória consecutiva na Túrquia” no canal Esportes do site do jornal Estadao não foi pensada para receber hiperlinks, pois não contém nenhum no corpo de seu texto. Possui apenas uma ligação semântica isolada da reportagem, com o indicativo “Veja também”.
No caso desta ligação, as expressões que viraram conexões fazem sentido pois remetem a notícias relevantes sobre a reportagem principal. Não foi escolhida de forma aleatória.
O texto foi pensado para estimular a participação do leitor, pelas opções “Enviar por e-mail”, que permite o leitor compartilhar a reportagem, “Fale com a redação”, para sugestões ou críticas, “Comentar”, aberto a opiniões e “Inclua no arquivo virtual”, situados ao lado direito do texto.
Não estimula o leitor a percorrer por diferentes trajetos porque tem poucos hiperlinks e são relacionados apenas ao assunto da reportagem.
Barbara Dapper e Gabriela Steigleder
Add comment Maio 8, 2008
Resenha: “Trofolaxe Digital”, Celso Candido
Expressões humanas
A Linguagem e suas formas de interação humana é o assunto-chave abordado no artigo do pesquisador e coordenador do Curso de Filosofia na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), professor Dr. Celso Candido. O autor, além de possuir um vasto conhecimento na área da Filosofia, consegue também perceber o quanto a sociedade contemporânea tem se modificado a partir dos meios digitais e qual o tipo de evolução que esta tem tomado. Embasado nisso, escreve o texto que será aqui resenhado, “Trofolaxe Digital”, capítulo de sua tese de doutorado defendida no ano de 2001, evidenciando as transições do modo de comunicação entre os seres.
Segundo Candido, a linguagem é o grande fenômeno que proporciona a coletividade e as interações entre os seres humanos. Ela possibilita que o homem conviva em uma sociedade regida por leis e costumes próprios. O autor compara este fenômeno às relações entre formigas, estabelecidas através da trofolaxe.
Trofolaxe define-se como uma ação química mútua. Faz com que seres convivam em grupos, reconhecendo que são da mesma espécie. De acordo com o artigo, nos humanos, essa trofolaxe pode ser chamada de trofolaxe lingüística por ser a linguagem o meio de interação.
Ressalta-se que a linguagem citada não se refere somente às palavras ou à fala, mas a tudo que se relaciona com a comunicação entre seres. Nesse contexto entram o pensamento, os costumes, os gestos, os sons, as expressões corporais, os meios de expressão escrita, de imagem e de vídeo, as ações e qualquer forma que se utiliza para exprimir o que se pensa e sente. Deste modo, somos introduzidos no convívio humano.
A trofolaxe lingüística ou social surgiu da necessidade de colaboração que os homens tinham entre si, como por exemplo, para se alimentar e proteger. Ela foi se desenvolvendo e criando novos meios de comunicação, e assim chega a oralidade. O grande efeito da oralidade é o repasse de conhecimento através da fala. Posteriormente, surgem: a escrita possibilitando a conservação dos conhecimentos, as telecomunicações trazendo velocidade e transmissão e por fim, a Web com a junção de todos outros meios, conservando, transmitindo e ainda, compartilhando.
A Web é o mais recente dos meios de comunicação citados, entretanto já aderiu a uma massa de usuários e modificou notavelmente as camadas sociais. Isto porque oferece o que a sociedade contemporânea tem como principais produtos: conhecimento, informação, entretenimento e distribuição em massa. A partir dela, a população se torna autônoma, escolhendo o conteúdo que lhe parece interessante, diferentemente dos meios tradicionais, em que as mídias repassam o que é de interesse próprio.
Todavia, se percebe com o seu desenvolvimento, que por ter uma grande quantidade de informações, acaba trazendo consigo muitas informações inúteis. Informações estas que podem estar tomando um espaço e destaque não merecidos. Faz com que se tenham muitos dados, porém pouca reflexão sobre o que circula.
A Web traz novas formas de comunicação, revigora a trofolaxe humana através de uma trofolaxe digital. A rede possibilita a interação entre as pessoas, onde todos consomem e produzem conteúdo, estimulando a intercriatividade, com baixo custo. Fornece inúmeras formas de expressar-se com recursos próprios e adaptados, fazendo da Web uma nova estrutura de linguagem.
Assim, Celso Candido encerra seu artigo, demonstrando que a Web é uma evolução dos outros meios de comunicação. Aponta que temos um grande recurso à nossa disposição, cabendo a nós utilizá-lo de maneira positiva para termos bons resultados.
Add comment Maio 7, 2008

